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terça-feira, 26 de março de 2013

SUGESTÕES QUE AJUDAM

Se fizermos uma retrospectiva para refletir acerca de nossa união com nosso cônjuge, concluiremos que ele é o resultado do arranjo de Deus. Pois como é possível estarmos juntos mesmo vindo de famílias e lugares tão diferentes? Certamente foi Deus quem providenciou a união de pessoas tão diferentes, mas que misteriosamente se completam. Foi Deus quem criou as circunstâncias para que pudéssemos estar frente a frente um do outro; Ele, também, aqueceu nosso coração para que fôssemos atraídos tanto física como emocionalmente um pelo outro. Daí termos decidido compartilhar nossa vida.

Mesmo com todo esse pano de fundo, cresce mundialmente, cada dia, a taxa de divórcio. Muitos casais estão mergulhados em crises. Os antigos aliados se tornaram inimigos íntimos. A graça e a satisfação de estar juntos deram espaço ao peso e à insatisfação. A certeza se transformou em dúvida. O que podemos fazer para nos manter casados e felizes de modo que, quando as dificuldades surgirem, consigamos superá-las?


 Para isso apresentaremos três sugestões:

A primeira é: clame por socorro a Deus. 
Deus é o criador e o mantenedor do casamento. Não existe casamento maravilhoso sem Deus. Se Deus não nos visitar na “viração do dia” (Gn 3: 8), nosso casamento cedo ou tarde perderá o prazer e tornar-se-á árido e sem vida. Precisamos admitir que temos características irritantes, máculas e defeitos mil. Precisamos de Deus para dilatar o afeto de nosso coração, a fim de podermos perdoar nosso cônjuge setenta vezes sete (Mt 18:21-22). Errar é próprio do ser humano, perdoar tantas vezes quantas forem necessárias é divino.

A segunda sugestão é fazer manutenção constante. 
O conceito de muitos casais é que não há nada mais a fazer depois que se casam; acham que o casamento se ajusta por si mesmo. Geralmente os casais ficam tão envolvidos com o viver cotidiano: trabalho, tarefas, obrigações, filhos e atividades que acabam esquecendo que seu casamento precisa de cuidado. Dar manutenção ao casamento é como levar um carro à oficina para fazer os reparos necessários; é como um jardineiro visitar o jardim para retirar a erva daninha. Uma boa maneira de fazer manutenção no casamento é fazer pequenas pausas reflexivas na presença de Deus: “Senhor, como está meu casamento: ele está sendo útil a Ti, onde estou errando, em que preciso melhorar, estou cooperando para que meu casamento cresça, não estou muito crítico?”.

A terceira sugestão é viver no espírito. 
Todo ser humano é composto de três partes: corpo, alma e espírito. A alma é a sede de sua mente, emoção e vontade. Geralmente usamos a mente para criar pensamentos, argumentar, defender-nos e acusar os outros; usamos a emoção para amar ou odiar. Nos momentos de indisposição com nosso cônjuge, usamo-la para irar-nos e odiá-lo. O resultado de uma mente e uma emoção assim é a abertura dada para que a vontade se decida pela separação. Portanto, nossa mente, emoção e vontade, que são as faculdades da alma, precisam ser negadas, postas de lado. Precisamos decidir viver no espírito, onde há vida e paz, e negar a nós mesmos. Tocar e experimentar o Senhor Jesus que está em nosso espírito é uma necessidade urgente.

Que o Senhor Jesus nos permita aplicar esta prática no viver conjugal de cada um e que possamos desfrutar de todos os seus resultados. Jesus é o Senhor!

TEXTO EXTRAÍDO E ADAPTADO DO LIVRO: “CASAMENTO – INVESTIR OU DESISTIR?”, DE AUTORIA DO CORPO REDATORIAL DA EDITORA ÁRVORE DA VIDA.

(O autor deste Blog não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado somente ao nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

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